
Estávamos fazendo um roteiro de férias, em janeiro de 1980, pelo centro da cidade, revendo os arvoredos, as ruas e a beleza matinal da Princesa, escutando o som dos antigos bambuais da praça doutor Sebastião Martins.
A emoção, a adrenalina e a pureza dos meus sentimentos queriam pular fora, exaltar suas lágrimas, com o coração acelerado e batendo forte.
A paixão pela Princesa faz-me posicionar-me no encanto da beleza do lugar e sinto a alma quente de desejos e aspirações.
Aquele momento eternizara na minha memória o registro dos cantos e dos encantos da velha Floriano dos assobios exaltados na chama viva dos ventos uivando o tempo inteiro no esboço do meu sorriso peregrino.
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