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DEDICATÓRIA


( Poema dedicado ao seu Antonio de Melo Sobrinho, servidor da antiga Casa Inglesa, texto escrito pelo também funcionário da Casa o senhor Marreiros / Na foto ao lado, o seu Melo posa com a sua família em 1964 ao lado da Igreja Matriz )

Gosto do Melo mesmo assim
Como ele é cheio de manha
Roendo o seu magro pequi
E comendo a velha castanha

Com sua história de banho no Irapuá
Não sei o que anda ele ali fazendo
Só sei que não deixa de andar por lá
Talvez alguma castanha esteja comendo

Há quem considera isso normal
Essa sua velha manha
Sem saber que história é essa
Essa história da castanha

Considerando o seu belo nome
E também a sua velha manha
Tenho medo que aconteça
Uma meladeira medonha

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