8/03/2017

Prefeitura trabalha visando organizar o Mercado Central de FLO

Mudanças no Mercado Central

Os comerciantes do Mercado Central que ocupam de forma desordenada os espaços dos corredores e calçadas terão que seguir algumas normas nos próximos dias e, essas já estão sendo estudadas e serão instituídas com ação da gestão municipal. Na área interna do Mercado existem vários boxes que estão fechados, pois os seus proprietários preferem vender os seus produtos nas calçadas, atrapalhando o tráfego de pessoas e usam os boxes como deposito de bebidas, CDs, DVDs e outros produtos. Há ainda alguns pequenos comerciantes que são donos de até três boxes e usam também, esses locais como depósitos.

Esse é um fator que pode ser mudado a partir de ações das pastas da administração Joel Rodrigues que tentam organizar o local. Nessa terça-feira um grupo de secretários visitou o Mercado para começar transformar a aparência de um dos locais mais visitados da cidade.

“Nós vamos orientar essas pessoas sobre os novos locais onde elas vão poder ocupar. O Alberto, diretor do Mercado, pode nos dar as informações da quantidade de boxes que temos fechados e que poderão estar sendo usados por comerciantes que querem vender os seus produtos”, disse o Marcony Alysson, da Infraestrutura.

O primeiro andar do Mercado que está ocioso e que foi local de prostituição e de uso de drogas, deve ter um funcionamento. Vale ressaltar que para essa parte superior em gestões anteriores houve especulações de movimentar o espaço com organização e negócios diversos, mas as idéias não saíram do papel.
Apesar da grande movimentação diária e nos finais de semana a desordem no local é crescente e, por isso, algumas regras serão colocadas e aqueles que não as obedeceram estarão sujeitos as penalidades em acordo com a Lei, inclusive com multas.

O trabalho de orientar as pessoas que estão de alguma forma irregular, em relação aos locais, será por um período de trinta dias.


Estavam presentes ontem no Mercado os titularas das pastas da Infraestrutura, Meio Ambiente, SUTRAN, Desenvolvimento Rural e ainda membros da Vigilância Sanitária. Na ação há ainda a participação do Ministério Público.

Fonte: piauinoticias.com

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