7/31/2015

RETRATOS

SQUARE E TAPIOCA - DOIS TIMAÇOS

Colaboração: César de Antonio Sobrinho

O nosso amigo Adelmar Neiva da rua São João nos conta que o time do SQUARE na década de 70 – “era uma máquina. O negócio é que o treinador daquela bela formação, Rafael Ribeiro Gonçalves ( o bicho era tipo o Bernardinho do vôlei ), sempre foi exigente e o treinamento era puxadíssimo, terrível, uma loucura, o time voava, os atletas todos garotões, um preparo físico invejável e como os jogos eram realizados à noite ficava muito mais fácil o desempenho dos craques!”

- Adelmar, onde se realizavam os treinos?

- Na quadra do Comércio Esporte Clube.

- Qual era a formação do time daquela temporada?

- Os piolhos Gilmar Duarte, Gilson, Naldinho, Ieié, Roberto Holanda, Adelmar Neiva e Zé de Marizaura.

- Você lembra de algum lance em especial?

- Sim, o nosso time tinha um fundamento no ataque, tanto pelo lado direito quanto pelo lado esquerdo, que terminava em gols de Ieié, o jogador que mais vi fazer gols da linha de fundo e sem ângulo.

- Como era essa jogada, Adelmar?

- Quando eu apanhava a pelota no meio, Ieié se deslocava para o canto da quadra e quando recebia o pneu fazia o mais dificil, o gol da linha de fundo sem ângulo, impressionante a sua capacidade de finalização, um verdaeiro espetáculo!

- Na sua época você lembra de mais algum jogador de destaque?

- Lembro-me de três: Antonio Luis, Cleber Ramos e Naldinho! Bolo Doce foi o jogador que mais fez gols, Cleber era um alegria só, um cracasso, e Naldinho, verdadeiro estilista, driblava todo time adversário, era um artista da bola!

- Depois do Square, você chegou a jogar em outro time?

- Ah! Me lembrei! Fizemos um time chamado de TAPIOCA!

- Nossa! TAPIOCA!? A turma era criativa, hein!

- Muito criativa, mesmo, e o mais engraçado é que nas camisas colocavá-mos os nomes: GOMOSO, BEIJÚ...

- Quem jogava nesse time do TAPIOCA?

- Gilmar Duarte, Serjão, Naldinho, Adelmar Neiva, Ieié.


SÃO HISTÓRIAS FAMOSAS DE NOSSO TRADICIONAL FUTEBOL DE SALÃO.

7/29/2015

RETRATOS

CRUZEIRO DE 1971


RELIQUIA DO PASSADO

Em pé, da esquerda para a direita, temos os piolhos de bola Zé Baixinho, Hélio, Raimundo, o famoso Pompéia ( in memorian ), Cesar de Antonio Sobrinho ( cracasso ) e Carlos Alberto de Honorato padeiro.

Agachados, observamos o ataque com Raimundinho, Chinês (tinha o jeito de jogar de Garrincha), João de Filó, Neguinho e Quinto.

Essa era a formação do Cruzeiro do futebol amador de Floriano de 1971, campeão de um torneio daquela temporada, jogando no estádio José Meireles, o Ferroviário ( hoje, surrupiado pela especulação imobiliária, lamentavelmente ).

Os garotinhos abaixo são os filhos de Pompéia.

7/28/2015

Advogados de Floriano receberão Caravana da Jovem Advocacia nesta quarta (29)

Os advogados de Floriano receberão, nesta quarta-feira (29), a Caravana da Jovem Advocacia, promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí. A atividade visa levar qualificação aos profissionais que militam na região por meio de palestras e debates sobre temas diversificados. As palestras acontecerão no auditório da Subseção de OAB em Floriano.

Durante a qualificação, serão abordados temas como as conquistas da advocacia no novo Código de Processo Civil (CPC), o mercado de trabalho para a jovem advocacia, honorários advocatícios, entre outros.

Além disso, o conselheiro federal da OAB Norberto Campelo, aprovado recentemente pelo Senado Federal para compor o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), participará de uma audiência pública com os advogados de cada município a fim de colher os reclames e sugestões dos profissionais da advocacia.

Segundo o presidente da OAB-PI, Willian Guimarães, o objetivo da ação é levar qualificação jurídica aos profissionais de todo o Estado, além de oportunizar um diálogo franco e aberto com Norberto Campelo, que brevemente representará a advocacia piauiense no CNJ. “Essa é uma oportunidade para que os profissionais piauienses apresentem suas sugestões para a melhoria do Poder Judiciário, com as especificidades de cada região, ao conselheiro Norberto Campelo”, completou.

As inscrições poderão ser feitas no dia e local do evento mediante doação de 1kg de alimento não perecível, que será entregue a instituições filantrópicas que atuam na região. Os participantes receberão certificado de 5 horas/aula, emitido pela Escola Superior de Advocacia do Piauí. Informações: (86) 2107-5846 – Teresina e (89) 3521-4830 – Floriano.

Programação:

29 de julho de 2015 - Floriano

Local: Auditório da Subseção da OAB-PI em Floriano

16h30 – 17h10: O Advogado e o Novo CPC – Willian Guimarães – Presidente da OAB-PI

17h10 – 17h50: Audiência Pública com Norberto Campelo - Conselheiro Federal da OAB e aprovado para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Tema: Dificuldades da Advocacia no Judiciário Piauiense

17h50 – 18h30: O Jovem Advogado no Mercado de Trabalho - Sigifroi Moreno Filho - Conselheiro Federal da OAB

18h30 – 19h10: Advocacia e Honorários - Sebastião Rodrigues Junior - Secretário Geral da OAB-PI

Att,
Assessoria de Imprensa OAB-PI
Ravenna Araújo/ Patrícia Sousa/ Fernanda Almendra
(86) 2107.5807/ 9949.9493

7/27/2015

RETRATOS

TIMAÇO

Dentro do contexto do período romântico do futebol amador florianense, temos que resgatar, necessariamente, a passagem desse timaço de futebol de poeira da Princesa - o CLUBE DE REGATAS BRASIL, comandado pelo meio-campista Almeida.
 
Essa equipe praticamente ganhava, à época, quase todos os torneios que disputara e fazia o agito da galera, principalmente nos anos setenta.
 
Da foto, podemos conhecer o goleiro Guiné, Mineiro, Índio, Ivinha, Ubaldo e Almeida de pé; Eloneide, Juarez, Fernando, Carlito e Maioba, agachados.
 
O jogo da foto foi disputado em Boa Esperança (Guadalupe), num amistoso contra o time do Palmeiras de lá, onde a equipe participava dos festejos da região.

7/25/2015

Final do Campeonato Regional Florianense de Futebol acontece dia 31

Rilmar Barbosa - Pres. LFF
No próximo dia 31 de julho, a Liga Florianense de Futebol (LFF) realizará a grande final do Campeonato Regional Florianense de Futebol.

A bola vai rolar no Estádio Tiberão a partir das 19h00, entre as equipes Atletas do Futuro e São João dos Patos.

De acordo com o presidente da Liga Florianense de Futebol, Rilmar Barbosa (Mocó), antes da decisão tem um jogo preliminar envolvendo as equipes Projeto Nasce Uma Esperança x Barão de Grajaú (Campeão dos Trintões).

Logo em seguida ao jogo preliminar as equipes Atletas do Futuro x São João dos Patos se enfrentam.

Os ingressos terão preço de R$ 5,00 para homem, e R$ 3,00 para mulher. A premiação total será no valor de R$ 6.400,00.

Fonte: florianonews.com

7/24/2015

RETRATOS

Campeonato de Amadores

Augusto e Fabrício

Pesquisa: César de Antonio sobrinho

Segundo o grande craque de bola do passado do futebol romântico de Floriano, Luiz Orlando, os campeonatos amadores de Floriano eram organizados pelos próprios jogadores.

"Não havia uma pessoa para organizar e a sequência do futebol tinha um ritual interessante, uma espécie de mudança de categoria", frisou Orlando, "os adolescentes começavam jogar da seguinte maneira:

Na 1ª etapa os jogos eram realizados no Campo do Odorico; a 2ª etapa era no Campinho de João Justino e os times eram: Bangu do Fabrício, Fluminense de Carlos Sá, Benfica de Albenício, Vasco do Bosque e Palmeirinha.

Para a 3ª etapa, as peladas eram no Campo dos Artistas, campeonatos mais acirrados: Flamengo de Tiberim, que tinha os seguintes atletas: Nego Cleber Ramos, bom de bola, artilheiro, futebol alegre, Siqueira, Zé Filho, Chiquinho.

O Botafogo de Gusto: Manoel Antonio, Luiz Orlando, Gilmarinho, Bento, Janjão, Danunzio, Mundeiro, Bago, Honório, Pedro Taboqueiro, Zeca Zinidor.

O Brasil de Cizé, filho de dona Sinésia, tinha Galo Mago, o time do Santos de Luis Paraíba, tinha os atletas: Abdom, João de Filó, Chinês ( Capitão Penha ).

A 4ª e última etapa era nos Campos do Ferroviário e do Comércio, os jogadores começam a usar chuteiras, eram semi-profissionais.

Os times que participavam eram: RENO de Zé Amâncio, os craques eram: João Martins, Boi Bufallo, Jolimar, Trinta, Carlito, Soleta, Selvu, o Corinthians de Joel, tinha os atletas: Bagana, Antonio Guarda, Antonio Ulisses (Pelado).


O Ferroviário de Pompéia, composto de Pompéia, Luiz Orlando, Janjão, Mundeiro, Gonzaga, Zeca Zinidor , Zeca Futuca; já o Comércio tinha também um timaço: Luizão, Pepedro, Antonio Luiz Bolo Doce, Petrônio, Brahim, Sádica, Chicolé, João Rato.

Floriano viveu bons momentos. Quem participou da fase romântica, tem muitas histórias belas ainda para contar. E o que poderíamos contar no futuro para os nossos netos dos dias que estamos vivendo hoje?

Quem viver, contará (!?)

7/23/2015

RETRATOS

Time dos Arrasadores do Esporte - 1972
Este é o time de futebol de salão do Laboratório Sobral, comandado pelo nosso amigo Teodorinho, quando disputava o famoso torneio de futebol de salão férias de inverno do ano de 1972.

Observamos, da esquerda para a direita, em pé os piolhos de bola Henrique Nunes, José Maria, José Afonso Kalume, Teodoro e Lourival.

Agachados, temos o Ivan Demes, Paulo Afonso Kalume e Beja Kalume.

Época romântica, quando Floriano respirava emoções fortes na epopéia de nosso esporte amador.

Vale a pena lembrar.

Foto: Floriano de ontem e de hoje / Teodoro Sobral

Faleceu Eldinê Miranda

Eldinê Miranda
Está sendo velado no Memorial Floriano, à Rua Gabriel Ferreira, bairro Manguinha, o corpo do seu Eldinê Gomes de Miranda, 95 anos. Ele morreu nessa segunda-feira, 20.

Natural de Bom Jesus-PI o seu Eldinê  chegou a Floriano aos 10 anos de idade, passou a estudar e pouco tempo depois formou um grupo de amigos e mais tarde uma família.

Aos 95, quando parte para a morada eterna o seu Eldinê que por muitos anos trabalhou como gerente da empresa Rojac,  deixa 12 filhos, vários netos e bisnetos.  Entre os filhos do saudoso Eldinê estão Zé Robim, Pedro Guida, Chico Miranda, Denilson, Miryan e outros.

O sepultamento do corpo do seu  Eldinê será no final da tarde às 17:00h no Cemitério São Pedro de Alcântara, bairro Manguinha em Floriano-PI.

Fonte: piauinoticias.com


São João dos Patos despacha Jerumenha e disputará a final do Regional de Futebol de Floriano





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São João dos Patos
Na noite de terça-feira, 21,  um grupo de torcedores que rendeu mais de R$ 600.00 a bilheteria do Estádio Tiberão viram um grande jogo pela Campeonato Regional de Floriano. 
A segunda semifinal envolveu as equipes do São João dos Patos – MA x Jerumenha-PI e terminou os 90 minutos empatada em 4 x 4.

Com esse resultado a decisão foi direto para as penalidades e os saojoaopatoenses venceram por 4 x 3.  
A equipe maranhense jogará agora  a decisão com os Atletas do Futuro que estava aguardando o seu adversário. A grande final será no sábado, 31, no Estádio Tiberão.

A partida terá início às 20:00h

Fonte: Piauinoticias.com

Valdecy e Lourival celebraram aniversário em FLO com torneio

Valdecy e Lourival
Esteve recentemente  em nossa cidade para rever parentes e amigos o professor Valdecy Santos, vindo do Goiás.
Para celebrar esse momento, o nosso amigo Valdecy reuniu familiares e um grupo de amigos, onde realizou um torneio sem troféus, mas com muita amizade e respeito, e com participações de quatro equipes, foi o que ocorreu no final de semana.
Foi comemorado no evento o aniversário de Valdecy e do seu irmão Lourival ( Lourinho) junto com familiares e amigos.
Amigos de Valdecy
Foi, segundo sua própria manifestação “um reencontro inesquecível, onde pude reencontrar o pessoal da velha guarda de Floriano. Precisamos reconstruir esses momentos, para celebrar principalmente as nossas amizades” - desabafou Valdecy.”
 
A evento comemorativo foi realizado no tradicional Comércio Esporte Clube

7/22/2015

RETRATOS

 Esse é o time do Comércio Esporte Clube, em 1952, quando andava disputando alguns amistosos, algumas jornadas esportivas, como a que ocorreu na vizinha
Time do Comércio - 1952
cidade de São João dos Patos.

O resultado daquele saudoso encontro, não poderia dar  outra, o time do Comércio venceu a partida por dois tentos a um.

Segundo o nosso estimado amigo Fenelon Brasileiro, que trabalhava como coordenador da equipe, à epoca, o Comércio viajara num caminhão, deslocamento difícil, mas recheados de resenhas e aventuras pra se contar.

Na foto, podemos destacar, sem dúvidas nenhuma, a equipe da esquerda para a direita, em pé, o goleiro Quincas, depois o lateral Tarquinho, os zagueiros Balduíno, Daniel Bicudo, Djalma Macedo e o lateral Rolé.

Agachados, o dirigente Feneleon Brasileiro, o ponteiro direito Adalto, os atacantes Colega, Defala Attem, Babaçu e o baixinho Nilton Camarço.

O futebol da Princesa do Sul, naquela época, dava o seu ar da graça e havia companheirismo, dedicação e vontade sempre de vencer as adversidades que o esporte proporcionava àqueles grandes guerreiros.

7/20/2015

Floriano preserva sua memória

Volume 4
Fonte: O Passado Manda lembranças/Jornalista Deoclécio Dantas

Com 381 páginas, o 4º volume da Coleção Florianenses destaca a história de vida de 28 personalidades, homens e mulheres de vínculos memoráveis com aquela cidade

Não para de crescer o prestígio da Coleção Florianenses, publicada em forma de livro, uma vez por ano, a cada 7 de julho, data do aniversário de Floriano, 240 quilômetros ao sul de Teresina.

No último dia 7, quando do lançamento do 4º volume, foram vendidos mais de 200 exemplares, em solenidade realizada no Rio Parnaíba Hotel.


O evento reuniu florianenses e descendentes destes radicados em São Luís, Recife, Brasília, Fortaleza, Goiânia, Salvador, Teresina e em outras cidades do Piauí e do país.

Com 381 páginas, o 4º volume da Coleção Florianenses destaca a história de vida de 28 personalidades, homens e mulheres de vínculos memoráveis com aquela cidade.

Foram homenageados, nesta edição, os seguintes senhores e senhoras que ali marcaram época no desempenho de atividades importantes para a história do município:

Doca Borges, Eurípedes de Aguiar, Nilmar Rocha, Heonir Rocha, Barjonas Lobão, Dom Edilberto, Mestre Eugênio, Chico Reis, Gervásio Medeiros, Affonso Nogueira, Rafael Rocha, Olindo Nunes, Gonçalo Castro, Zé Fontes, Adala Attem, Manoel Almeida, Defala Attem, Mário Bezerra, Nicodemos Sousa, Pedro Maranhense Costa, Cazuza Ribeiro, Bento Leão, Francisquinha Silva, Raimundinho Caboré, Pedro Castro, Gilberto Guerra, Cícero Rocha e Nazareno Araújo.

Cristóvão Augusto Soares de Araújo Costa, Luís Paulo de Oliveira Lopes, Rosenilta de Carvalho Attem e Teodoro Ferreira Sobral Neto, idealizadores e editores da Coleção Florianenses, já trabalham nas pesquisas que, em julho de 2016, permitirão a publicação do 5º volume, este enriquecido por outros registros de episódios significativos que ali aconteceram.

Merece destaque o fato de que o prefeito Gilberto Guerra Júnior, consciente da importância dessa coleção na construção da história do município, autorizou a compra de exemplares para leitura e reflexão dos alunos que frequentam as escolas de Floriano.

7/18/2015

RETRATOS

Ponte sobre o Gurguéia  1960
JERUMENHA, TERRA QUERIDA - SAUDADES

( Na foto ao lado, o nosso amigo Chico Amorim Sobrinho passeando sobre a Ponte do Rio Gurguéia em Jerumenha em fase final de construção nos anos sessenta)

JERUMENHA, terra onde vivi boa parte da minha infância e da minha adolescência. Hoje, ao ver fotos no portal na internet do teu solo e da tua gente, fizeram com que desse uma pausa em minhas atividades para recordar-te, vejamos:

Barro Alto: com bueiro, sem bueiro, com piçarra, com asfalto; Riacho do Urubu, com seus lajedos; Estradinha entre as marias-moles, dos casarões de seu João da Cruz e de seu Roberto Corró; fotos do Janclerques e do Moreira; Igreja de Santo Antonio com seus patamares.

Isto tudo me fez viajar ao passado através da mente, buscando e revivendo muitas coisas boas e a saudade apertando, apertando e não a suportei, aqui estou diante do computador para externar aquilo que sinto no momento:

“Oh!, Saudades, que aperta o coração da gente;
Saudades distante que faz doer o íntimo da gente;
Deixa que eu externe estas saudades,
Para “alegria de um coração que sente”.


Do Barro Alto vem-me à tona a saudades dos bolos e manuês da Zefa do inesquecível compadre Moisés, que gostava de desfilar montado em um burro marchador com seu chapéu na cabeça; sinto saudades da madrinha Preta, mãe do Antonio Campos, com sua quinta de goiabeiras e coqueiros, que ficava ao lado da Casa do senhor Antonio Leôncio: sinto saudades da padaria do Tio Elizeu, que ficava na subida do Barro Alto, ali após o bueiro, onde degustávamos o pãozinho quente com refresco da fruta da estação, da época, sinto saudades do barzinho do Chico e da Jesus, ali entre a casa da Tia Raimundinha e do senhor Deoclécio, onde fazíamos as nossas tertúlias... Puxa!

Sinto saudades do som da sanfona do Manoelzinho e sua troupe; sinto saudades do Antonio João tocando o seu pandeiro, triangulo ou cantando, suas sátiras. Sinto Saudades do Urbano Pacífico com sua sanfona grande, sacudindo a juventude no embalo do forró.

Sinto saudades dos banhos nas águas do Rio Gurguéia, onde ficávamos brincando em suas areias movediças. Recordo bastante que quando estávamos a pular dos galhos das Ingazeiras e das moitas de mufumbo e que quando exalava aquele cheiro característico de uma sucuri, que a tua gente simplesmente chamava de sucruiú, saíamos da água com medo e hoje sabemos do perigo e do risco que corríamos naquela época.Tudo era aventura e buscávamos a aventura a toda hora. Coisa do jovem da nossa época.

Sinto saudades do senhor Agnelo com seu barzinho ao lado do prédio da cadeia pública, com sua coalhada, geladinha e gostosa. Sinto saudades dos forrós no Buru. Sinto saudades do casarão do meu Tio Chico Amorim e da minha Tia Terezinha a quem carinhosamente chamava-a de Mãezinha com sua loja, na esquina da Praça de Santo Antonio e um poço cacimbão no centro do terraço interno, com uma vazão que se mantinha estável toda vida e de onde no período chuvoso tirávamos água com uma balde e que diariamente estava sendo visitado por pássaros como: canários da terra, cochichos, bigodes, rolinhas etc.

Sinto saudades da Praça de Santo Antonio, com suas mangueiras seculares em volta e os casarões dos Fonseca, dos Machados, dos Rocha, da Família do Dió, da Família do senhor Antonio de Hermógenes, da Dinair, do saudoso Mané Piola, do Zé Benedito, do Hermógenes, do Emanuel Fonseca, do Wilhame, do Pedro e Antonio José do Dió, do Zé Matos.

Sinto Saudades do meu Amigo Antonio João Corró, da Olindina e de seus filhos, da Família Carreiro, do Capitão Adelson e sua família, do Emanuel Fonseca e sua família, do doutor João Martins e sua família, do Albérico lá dos Correios e Telégrafos, do Joel Campos, do Raimundo Cavalo Veio, do Antonio de França e seu barulho, jogando carteado ou dominó, do Sr. Benedito Fonseca e sua família, do Dada, da Dedé do Antonio Campos, da Cecília, a grande enfermeira, da Júlia, do Manuel, do Álvaro, da Maria e suas irmãs; do senhor Argílio e do senhor Adolfo.

Sinto Saudades das peripécias de seu Tonho, das zangas de Zé Veio, que quando cismava ia a pé para Floriano e acertava a nossa casa e passava dias dormindo no corredor na entrada da casa, e deixava todo mundo preocupado, com medo de uma onça pegá-lo na estrada entre Floriano e Jerumenha, dormia nas matas, essa gente também foi importante para Jerumenha, marcaram época, fizeram história.

Sinto saudades do Padre Anchieta, sempre o encontrava aqui em Teresina, lutando pelo desenvolvimento da sua colônia do Gurguéia. Nas minhas férias, às vezes ajudávamos o Santo Padre nas missas, tocando sinos, limpando a sacristia, ajudando nas confecções das hóstias e também necessitávamos de sua ajuda para permitir que jogássemos a nossa peladas ao lado da igreja onde existia um campo e da sua permissão para após a celebração do terço à noite a sua permissão era importantíssima para que ficássemos brincando nos patamares da Igreja.

Por: Chico Amorim Sobrinho

FALECEU ANTONIO JOSE

Antonio José Batista da Silva
Faleceu, recentemente, em Brasília, o nosso primo e amigo Antonio José Batista da Silva.

Antonio José, como era mais chamado, muito jovem foi para Brasília, onde constituiu família e logrou êxito profissional.

Tinha um senso de humor bastante apurado, apesar da sua característica de sentir-se reservado. Muito amigo de todos que os que com ele convivia e levava a sério o quesito família.

Filho de seu Chico do Zuza e dona Emília Batista, Raimundo José moravva, em Floriano, na rua José Coriolano, ali logo depois da rua do Cruzeiro.

Mais um amigo nosso que Deus chama para compartilhar novos momentos na paz eterna.

Antes do combinado, como costumamos falar.

RETRATOS

Ginásio Primeiro de Maio

Estes flagrantes aconteceram dia 13.12.21971, na Matriz São Pedro de Alcântara, numa missa celebrada pelo pároco Padre Pedro Oliveira. Detalhes: O Ginásio Primeiro de Maio - GPM, prestes a completar 58 anos de fundação,  andou sempre na vanguarda, as solenidades de aniversários e os desfiles em datas históricas sempre chamaram atenção da comunidade Florianense, pela organização, disciplina, elegância, performance, tradição e benefício para a cidade de Floriano-PI. 
O  GPM foi administrado no final da década de 60 e início da década de 70, pela competente Profª Maria Helena Siqueira, uma amarantina que deixou sua terra natal para implantar uma nova visão sobre o ensino, e, deixou   sua inesquecível marca, na diretoria tinha ainda Maria Angélica e o incorruptível fiscal  João de Deus Barbosa, o mesmo ficava feliz quando “entregava” os alunos desobedientes, e não titubeava, mandava para diretoria, só que a Profª Maria Helena, inteligentemente  ao invés de dar “suspensão”, punia os alunos com “banca de estudo”, pois todos ganhavam com esta atitude, os alunos não tinham folgas para “malandrar” pelo contrário tinha que encarar o livro e prestar conta do que aprendeu, interessante, né?
Quanto aos professores a equipe era de tirar o chapéu, Dr. Clementino, Rubenita, Mariquinha,
Lurdinha, Neusa Matos, Sargento Geraldo, Jovita, dentre outros.

Eram duas turmas com alunos(as) de primeira qualidade com um belo índice de profissionais  formados em diversas áreas, como: médicos, odontólogos, engenheiros, agrônomos, advogados, militares, administradores, contadores, além outras áreas: empresários, políticos, funcionários públicos (federal, estadual e municipal) ... o interessante que grande parte residem em Floriano e Região.
Reportagem: César Augusto Sobrinho

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Dr. Djalma Nunes ( Fonte: Umbelarte)

Dr. Djalma José Nunes, filho do Cel. José Alves Nunes e de D. Maria Madeira Coelho Nunes, nasceu em Amarante (PI) em 21 de setembro de 1901 e faleceu em Floriano (PI) em 16 de agosto de 1964.
Passou sua  infância  em  Amarante  no  início  do  século XX em contato com a natureza exuberante da cidade, rodeada  de belas serras bem como dos três rios que a cercam, que de acordo com o poeta Da Costa e Silva “lembra uma ilha , alegre e linda. A cidade sorrindo aos ósculos  das águas”.
Djalma José Nunes perdeu seu  pai  ainda criança, porém sua genitora, mulher de fibra e determinada, mesmo ficando viúva com dez filhos pequenos gerenciou com competência o imenso patrimônio deixado pelo marido, bem como prosseguiu com desvelo a criação e educação dos filhos. Djalma, fez seus estudos primários em Amarante e os dezesseis anos encontrava-se em São Luís estudando no Colégio Maranhense fazendo os Preparatórios  para o ingresso no curso superior. Ficou nesta cidade até o início da década de 1920 seguindo  para  Salvador na Bahia, onde ingressou na tradicional Faculdade de Medicina da Bahia  no ano de 1922.
Salvador era então um centro cultural importante, os jovens de estados nordestinos que queriam estudar dirigiam-se a esta cidade onde conviviam com o que de mais moderno existia no Brasil no que se refere a educação, cultura, literatura e conhecimentos diversos. Salvador era a cidade que difundia o conhecimento para todo o Nordeste brasileiro, formando jovens de outros estados para que depois voltassem a sua terra natal para exercer sua atividade profissional.
Em 1927, o Dr. Djalma José Nunes concluiu seu curso de Medicina, tendo na ocasião defendido publicamente sua Tese de Doutoramento com o tema “As contra-indicações do Bismutho no tratamento da Síphilis”,  sendo a referida Tese aprovada com distinção.
Chegou então a hora de retornar ao Piauí. Dr. Djalma Nunes não retornou para sua terra natal, Amarante, pois sua mãe já se encontrava residindo em Floriano, de onde era mais fácil o acesso as suas fazendas.  Floriano então recebeu seu novo médico, jovem, humanitário,  acessível, amigo e competente profissional.
Com o passar dos anos, Dr. Djalma  torna-se uma pessoa muito querida na cidade pela sua dedicação profissional, atendendo de forma competente as famílias mais importantes  bem como as pessoas mais humildes, das quais ele nunca cobrou uma consulta. Tornou-se o médico da colônia Síria onde era tratado como um Lorde, sendo que em seu aniversário os Sírios sob o comando do Sr. Moisés Kynaer  faziam uma grande festa onde simplesmente os convidados era toda a população da cidade. Segundo informações passadas a mim, por pessoas que viveram na época, as duas grandes festas de Floriano entre as décadas de 1930 e 1940 eram a festa dos Comerciários e o aniversário do Dr. Djalma Nunes.
Em 1936, depois de dois noivados que não deram certos, o Dr. Djalma encanta-se por uma bela jovem vinda de São Raimundo Nonato de nome Solimar  Guerra de Carvalho. Casam-se e ela passa a chamar-se Solimar de Carvalho Nunes de cujo consórcio nascem seis filhos: Djalma José Nunes Filho, professor da UFPI em Floriano, Zalina Nunes Pereira residente em Floriano, Maria de Fátima Nunes Melo residente em Salvador, Zulma Nunes Ribeiro Gonçalves residente em Teresina, Cíntia de Carvalho Nunes residente em Salvador e Marcelo de Carvalho Nunes residente em Floriano.
Dr. Djalma além de médico, também contribuiu para o desenvolvimento educacional de Floriano como professor do Liceu Florianense, no início da década de 1930, primeira escola de nível ginasial da cidade, Escola Normal de Floriano e Ginásio Santa Teresinha de onde era médico e professor. Sua trajetória profissional levou-o a dirigir o antigo Hospital São Francisco de Paula, o primeiro hospital da cidade fundado em 1905 pelo Juiz de Direito Everton de Carvalho, diretor do Centro de Saúde, médico do Hospital Miguel Couto, médico da Associação de Proteção da Infância D. Darcy Vargas.
Em 1945, com o fim do Estado Novo, Dr. Djalma é nomeado prefeito de Floriano onde permanece até o ano de 1947. Durante sua permanência como prefeito procura administrar os parcos recursos da Prefeitura, principalmente no melhoramento da cidade no que se refere ao calçamento das ruas no centro para melhor acesso das pessoas pelo comércio,  reforma no  pátio interno do Mercado Público Municipal bem como atendimento médico  eficiente no posto de saúde municipal e hospital.
Dr. Djalma José Nunes faleceu nesta cidade em 16 de agosto de 1964, deixando sua contribuição para o crescimento e desenvolvimento de Floriano, principalmente, exercendo sua profissão de médico com dignidade, humanidade e competência, mas também como professor, como prefeito municipal e incentivador do futebol com a criação do time do Comércio Esporte Clube (década de 1930), fundador do Floriano Clube (primeiro clube social da cidade em 1940) onde foi o primeiro vice-presidente da primeira diretoria, sócio fundador do atual Comércio Esporte Clube.
Honrarias recebidas: Medalha do Mérito Renascença do Piauí no grau de Oficial, Medalha do Mérito Agrônomo Francisco Parentes, Patrono da cadeira número 40 da Academia de Letras e Belas Artes do Médio Parnaíba (ALBEARTES).
(Com a colaboração: Professor Ms. Djalma José Nunes Filho)

7/16/2015

RETRATOS

FANFARRA III


TRIBUTOS AO TIBÉRIO MELO LÁ NA CIDADE MARAVILHOSA

Pois bem, estávamos na véspera de um desfile de 1°. de maio, o colégio havia gasto uma boa cifra em vestimentas e alegorias para os carros, materiais e equipamentos para a banda e coisa e tal, quando estávamos treinando no período da tarde, sem a presença do professor Duzito e sob o comando de Nêgo Poncion, e quando subíamos a Rua José Messias, entrando em um beco que ia dar no Catumbi, o Chicão, que pesava uns duzentos quilos e era quem dava o comando para entrada das evoluções que fazíamos com os instrumentos, de repente começou a puxar um samba, e, daí pra frente, não sei como aconteceu, sei apenas que virou uma bagunça: as cornetas não se encontravam com o comando das caixas e vice-versa; paramos e resolvemos voltar para o Ginásio. Lá já estava nos esperando o Doutor Braulino.

O Tibério Melo lá do Rio de Janeiro narrou ao Janclerques fatos que os meus neurônios já não recordavam, mas voltaram a reviver quando li a narrativa ( ver FANFARRA ) exatamente acontecida naquele dia, quando chegamos à porta do Estadual, busquei os detalhes e hoje presto com isto um Tributo ao meu companheiro dos anos sessenta e que marchamos juntos na luta de tornar o nosso Ginásio sempre vitorioso. Ao chegarmos no Colégio, com o Dr. Braulino a nos esperar, o homem não tinha a cor firme e estava sério. Guardamos os instrumentos e recebemos um recado para que todos se dirigissem a uma sala para uma reunião.

Nestas alturas do campeonato, já estava todo mundo nervoso e ansioso, entramos um a um, caladinhos e sentamos, quando o Mestre entra na sala com uma cara que não era de boas notícias, puxou uma carteira de cigarro, tirou um cigarro e caminhou até o fundo da sala, tocando o cigarro na carteira por diversas vezes e encarando um a um sem falar nada. Aí, apareceu um corajoso, que não me recordo quem foi e começou a sorrir, imediatamente o Dr. Braulino, retrucou: “Qué que foi, mocinho, que está sorrindo aí, tem algum dentista por acaso aqui!...”. Ah!.. meu amigo, o prédio quase vai abaixo com todo o pessoal sorrindo.

Moral da resenha, o Mestre, passou um sabão na gente, ameaçou tirar a Escola do desfile e encaminhar as despesas para os nossos pais assumirem e etc e tal. Terminamos por assumirmos a responsabilidade de não fazer feio no desfile e que ele confiasse na gente ( era o que ele mais fazia ). Resultado: botamos pra quebrar e, mais uma vez, a nossa FANFARRA saiu vencedora.

Por diversas vezes participamos de desfiles nos municípios próximos a Floriano, onde éramos aplaudidos pela população, principalmente as meninas da época. Jerumenha, São João dos Patos, Amarante, Itaueira, etc. Tempos bons que não voltam jamais, mas que merecem ser sempre lembrados.

7/13/2015

RETRATOS

Desfile Sete Setembro - 1962
Desfile do Ginásio Santa Teresinha, provavelmente, dos anos de 1950.

Curiosamente, à época, a marcha do desfile era no sentido contrário da avenida; senão, vejamos o flagrante da antiga Farmácia Rocha.

Floriano cursava bons momentos e os sonhos juvenís eram mostrados na elegância das balisas.

Lamentavelmente, hoje, pouco se desenvolve, a nível local, a tradição daqueles belo desfiles.

Floriano pode recuperar ainda essa epopéia!


Segundo Teodoro Sobral, "Esse desfile é anterior a 1963 pois foi nesse ano que foi implantado a mão única na Getulio Vargas; se bem que em 1971, o então prefeito Bruno alargou a avenida e implantou mão dupla, dividindo- a com uns gelos baianos, só que foi por pouco tempo, pois o Prefeito Simplicio, quando assumiu em 1973, retornou à mão única no sentido nascente poente, como está até hoje. 

Será que alguém reconhece algumas das balizas?"

RETRATOS

Rua do Cruzeiro
Belo retrato da Praça Tiradentes ou a conhecida rua do Cruzeiro no sentido centro da cidade.

Recentemente, o antigo Mercado do Cruzeiro foi reformado e dando lugar a shopping de lojas e serviços para atender diversos seguimentos produtivos locais.

Na foto, à esquerda, observamos a torre da caixa d´água do novo mercado e, à direita, reformado também, o tradicional casarão de seu Zé Bem, sempre conservando suas características originais e bem administrado pela família.

São momentos de deleite e lembranças de um passado glorioso que a Princesa do Sul viveu e que hoje segue em seu rumo de desenvolvimento com novas frentes de serviços e boa expectativa de um futuro promissor.

RETRATOS

Florianenses Marise e Nazareno: 58 anos de vida conjugal repleta de harmonia

Nascidos em Floriano, mas radicados em Teresina, Marise e Nazareno, já aposentados, tinham planos para uma vida mais longa


Foto: Acervo Coleção Florianenses, 4 Vol.
Fonte: O Passado Manda lembranças / Jornalista Deoclécio Dantas

Na manhã do dia 06 último, na vigência dos seus 58 anos de vida conjugal com o advogado e ex-deputado estadual Nazareno Araújo, Marise partiu para a eternidade.

Nascidos em Floriano, mas radicados em Teresina, Marise e Nazareno, já aposentados, tinham planos para uma vida mais longa, de muita harmonia, mas ela partiu aos 83 anos de idade.


Nos bons e nos difíceis momentos de sua existência, Marise esteve ao lado do marido, que também é desportista, carnavalesco e político, envolvido em grandes embates da vida pública piauiense.


Em memória dessa notável senhora, será celebrada missa de sétimo dia, na Capela do Edifício Paulo VI, às 19h30 do dia 13 de julho.


Nessa foto, tirada em hotel de Salvador, Marise Marques Martins de Araújo e Nazareno aparecem ladeando a atriz Sônia Braga, quando esta participava das filmagens de Dona Flor e Seus Dois Maridos.

7/11/2015

RETRATOS

Frota de veículos de Floriano na década de 1950
TRANSPORTE RODOVIÁRIO NO PIAUI

Um breve relato

O transporte rodoviário do Piauí surgiu com a figura de Francisco Faustino de Lima, o "Chicão", considerado o grande responsável por desbravar o estado, abrindo estradas e ligando municípios.

Com a aquisição, em 1928, de um caminhão FORD e dois automóveis Modelo T-1923, Francisco Faustino montou sua primeira empresa, que posteriormente passaria a ser a chamada PRINCESA DO SUL, uma homenagem à cidade de Floriano, Piauí, também assim designada.

De início, a empresa passou a transportar passageiros e cargas no percurso entre as cidades piauienses de Teresina e União.

A partir de 1934, quando Chicão se mudou da cidade de União para Teresina, a empresa passou a operar linhas para o sul do estado, levando o desenvolvimento para cidades como Floriano, Oeiras, Simplício Mendes, São João do Piauí, São Raimundo Nonato etc.

A linha Teresina/Floriano, por exemplo, tinha apenas quatro viagens mensais, pois a mesma durava cinco dias, devido às condições da estrada em péssimo estado de conservação, que era recuperada sempre que necessário fosse pelo próprio Chicão.

Já nas décadas de 1950 e 1960, outras empresas como ESTRELA DA MANHÃ de José Cronemberger dos Reis; BOM JESUS de Josué da Cunha Seúlveda; RÁPIDO PATUENSE de Bernardo Rego (ambas adquiridas posterriormente pela empresa Princesa do Sul); ESTRELA D´ALVA de Antonio Ribeiro de Almeida Filho e a EMPRESA JOÃO MARTINS, passaram a fazer tambémo transporte de passageiros interligando as cidades piauienses e ligando-as ao resto do País.

Fonte: Centro Cultural Laboratório Sobral

7/09/2015

RETRATOS


SALÃO PAROQUIAL


O velho Salão Paroquial de saudosas lembranças nos transporta aos bons tempos, quando aí realizava-se shows artísticos, debates e até projeção de filmes.

Quem não se lembra, por exemplo, dos festivais de música, dos shows dos ídolos da jovem guarda, do Grupo Viazul e da nossa tradicional Semana da Amizade.

O tempo passou, de repente, o contexto, agora, é outro. A juventude vive a nova tecnologia, os shoppings e os novos carnavais.

Mas sempre é bom revivermos, recordarmos as maravilhas do passado romântico da Princesa do Sul para nos deixar mais aliviados, leves, suaves e sonhando sempre com o futuro.

7/08/2015

FLORIANO, 118 Anos

Av. Getúlio Vargas - Anos de 1960
Neste momento externamos toda a nossa alegria por mais um ano de história para nossa querida Princesa do Sul. 

Cumprimentamos todos os cidadãos e cidadãs que habitam essa cidade linda, centenária e cheia de beleza. 

Temos o desafio de crescer e desenvolver distribuindo renda, promovendo inclusão social e garantindo as gerações futuras uma Floriano bem melhor.

Floriano é o orgulho de todos os florianenses. 

Parabéns para nossa bela Princesa do Sul.

RETRATOS

Valdivino que jogou no Ferroviário
é o 5º em pé da esquerda para a direita
QUEM SE LEMBRA?

Fonte: Um Prego na Chuteira/Jornal O Dia/Deusdete Nunes

Um timaço que o falecido anselmo Moraes montou em Teresina, o BOTAFOGO.

Em pé, Vantim do Ceará, Purunga também do Ceará, Chico Galo de Campo Maior, Beroso também de Campo Maior, Valdivino de pernambuco, Popó do Ceará.

Agachados, Quinha do Pará, Mariano do Ceará, Dunga de Pernambuco, , Zé Branco do Ceará e George do Recife.

O treinador era o Rubinho, carioca que foi campeão pelo Botafogo em 1948 com Osvbaldo, Gerson e Santos, Rubinho, Ávila e Juvenal, Paraguaio, Geninho, Pirilo e Braguinha.