6/30/2014

Dona Joaninha, 102 anos


D. Joana e seu filho Sérgio
Missa em ação de graças pelo aniversário de 102 anos de dona Joaninha, ocorrida na manhã da última terça-feira (24), na Igreja de Nossa Senhora das Graças, no bairro Ibiapaba, com a presença de familiares, amigos e admiradores.
Missa na Igreja da Ibiapaba
O tempo passa, mas a felicidade estampada no rosto de dona Joaninha e de seus familiares, faz celebrar a vida como ela é, simples e voltada para a confraternização espiritual.

Seus familiares, vindo de diversas partes do Brasil e amigos mais próximos estiveram, mais uma vez, reunidos para abraçar e festejar os 102 anos de vida de dona Joaninha, símbolo de resistência, amor, dedicação, paciência e zelo pela família.

Tudo isso nos faz suportar os dias difíceis, com o grande exemplo de dona Joaninha Reis Silva. Parabéns, muita saúde, fortuna e felicidade para a toda comunidade de Floriano.




 

RETRATOS

TIMES ANTIGOS - PALMEIRAS


O time do Palmeiras, fundado em 1965 pelos piolhos de bola Jose Bruno dos Santos e Abdoral Alves do Nascimento, originou-se do antigo Bonsucesso.

Atuaram nesse periodo os atletas Antonio Guarda, Raimundo Bagana, Sadica, Miguel (goleiro), Perereca e Bitonho (estes dois ultimos vieram do Piaui de Teresina, Ze de Tila e Carlos Pechincha (filho do senhor Joao Guerra).

Logo apos, veio o periodo do goleiro Bucar.

6/21/2014

DONA JOANINHA - 102 ANOS DE VIDA

Dia 24 deste mês de junho, na terça-feira, portanto, a família de dona Joaninha estará reunida em Floriano para celebrar seus 102 anos de vida.

Durante as comemorações de mais um aniversário de dona Joaninha Reis Silva, será celebrada uma missa em ação de graças em sua residência, numa celebração este ano mais familiar.

Estarão presentes familiares e amigos vindos de Brasília, de Guarulhos-SP, de Cuiabá-MT, da Bahia, do Rio de Janeiro, além dos filhos, das noras, dos genros, dos netos, dos bisnetos, e dos tetranetos.

José Reis Silva, seu filho mais velho, advogado, estará chegando a Floriano, vindo de Brasília neste próximo domingo, devendo chegar na segunda-feira à tarde, onde coordenará a chegada dos seus familiares para o evento.
D. Joana com filhos e netos

O Portal de Floriano se congratula com a família e envia os mais sinceros votos de felicidades para todos os seus filhos e amigos que estarão presentes a este evento de grande magnitude.

6/20/2014

RETRATOS

WALTER OLTER MELO
Depoimento – Tibério José de Melo

WALTER OLTER MELO, o nosso tio, chegou em Floriano, mais precisamente, lá pelos idos de 1944, trazido por papai, Antonio de Melo Sobrinho, que chegara primeiro.

Sei que, em Butiti Bravo, ele chegou a trabalhar numa usina de beneficiamento de babaçu ou de arroz, não sei bem, daí a sua introdução em mecânica de máquinas.

Chegando a Floriano, empregou-se nos negócios do senhor Afonso Nogueira, que na época era empresário e mexia com navegação; então, o tio Walter ficava viajando de Floriano a Parnaíba, navegando os vapores do seu Afonso Nogueira, como mecânico de bordo.


Walter nos anos de 1940
Tio Walter teria ficado noivo com tia Inhá antes de deixar Buriti Bravo e foi buscá-la depois que se firmou.

Lembro, por exemplo, da primeira casa onde morou. Era ali entre a casa de Seu Zé Bem e dona Lourdes Martins na praça do Cruzeiro. Ali eu já me lembro do Djalma e do Divaldo ( seus filhos mais velhos ). Nós, entrewtanto, morávamos na Beira do Rio, ali perto da antiga usina Maria Bonita.

Era muito hábil no conserto de várias coisas, tanto que montou o seu negócio de conserto e aluguel de bicicletas. Com isto, ele criou a sua família com muita dignidade, dando educação, até onde pode, a todos.

Sempre roubavam uma de suas bicicletas, mas dificilmente não as recuperava, indo atrás em outra bicicleta. Tornou-se uma pessoa muito popular devido ao seu negócio.

Tratava-se de uma pessoa muito família. Vivia para a família e para as bicicletas. Todos o chamavam de Mestre Walter. Ah, sim, era muito bem humorado e gostava muito de piadas.

Muito inteligente ( papai diz que era o mais inteligente dos três ), pessoa de vanguarda. Sempre que havia uma novidade na cidade, ele era um dos primeiros a conseguir. Rádio, geladeira, panela de pressão, fogão a gás, coisas do tipo.

Sabia, sempre, o que estava acontecendo no mundo. Tinha opinião formada para tudo, dado que era muito bem informado, ouvindo rádio, ( só saía de casa depois de ouvir todos os noticiários de rádio, principalmente o Reporter Esso ). Ouvia todas as emissoras de rádio.

Lia bastante e proporcionava para todos nós muitos veículos de informação, tipo: revistas como O Cruzeiro, Manchete, Fatos e Fotos, quadrinhos etc. Jornal, já era mais difícil mas as revistas eram toda semana. Se mostrava sempre muito reflexivo, tinha resposta para tudo.

Era Espírita como a Maria Serva. Conhecia muito bem a doutrina e frequentava o Centro que ficava no Colégio do senhor Ribamar Leal.

Tornara-se amigo de toda aquela carcamanada do centro de Floriano, como também de todos aqueles comerciantes e da sociedade local. Antes de falecer já estava se incluindo nela.

Sei também que certa vez, quando rapaz, fora preso, devido a uma briga em que se meteu num cabaré da época.

Agora, o tio Walter, acho que por força da sua religião, era muito caridoso e muito bom.

Vivia cercado de menino. Pagava vitamina e cachorro quente no quiosque Mascote de Seu João e de dona Das Dores ( compadres de mamãe ).

No final do dia, era uma molecada enorme para levar as bicicletas para a casa dele. Ali o moleque tinha a oportunidade de andar, de graça, de bicicleta. Pela manhã era a mesma coisa. Muito engraçado.

Lembro-me que na Copa do Mundo de 1958 ele liderava a movimentação ali detrás da Igreja com um rádio instalado na Mascote. Juntava um monte de gente e a frequência do rádio às vezes ficava alta e bem nítida; outras vezes, bem fraca. Era um tal de tanto gol de Didi, Pelé, Vavá e Garrincha, sei lá.

No Chile, em 1962, foi a mesma coisa. Agarra, Gilmar!... Gol de Amarildo!... E o tio Walter lá na Barraca da Alegria, capengando. Ele puxava de uma perna.

Tio Walter e Vovó Serva criaram a Barraca da Alegria. Isto já perto do acidente. Cimentaram parte do quintal da casa da Dindinha e lá se fazia a festa com quermesse com muita gente participando. Vinha até o pessoal de fora. O objetivo era angariar fundos para a manutenção da Escola Humberto de Campos.

Tio Walter era uma pessoa pouco afeita a diversões. Participava de algumas festas no Floriano Clube. Gostava muito de um cinema, um circo, coisas assim. Nunca soube que o tio houvesse ido a um forró, que nem papai. Farra, então, não me lembro. Bebia, socialmente, muito pouco. Não era afeito.

Quando chegava um cantor na cidade, um artista do Sul ele não perdia. De certa forma era uma pessoa recatada, gostava muito de ler e de se informar. Gostava de política, muito.

Lembro que na eleição que elegeu o Jânio para Presidente da República, ele estava na linha de frente da campanha em Floriano a favor do Jânio. Papai e eu éramos Lott. Venceu o Jânio e se cantava muito:

Varre, varre, varre vassourinha
Varre, varre a bandalheira
Que o povo já está cansado
De sofrer desta maneira
Jânio Quadros é a esperança
Desse povo abandonado
Jânio Quadros é a certeza
De um Brasil moralizado
Alerta, meu irmão
Vassoura, conterrâneo
Vamos vencer com Jânio

Este jingle é a cara do Tio Walter. Era muito entusiasmado na política.

Apesar de recatado, era muito sociável. Tinha muito prazer em hospedar seus conterrâneos do Maranhão. Jesus ( do Melinho ), Rosemeire, que passavam férias em Floriano, quando elas chegavam, era um frisson danado. Eram bonitas e os rapazes da época queriam pegá-las. O tio levava-as para as festas.

Aqueles carcamanos, seu Tufi, Michel, Hagen, Salomão, Kalume, tinham muito respeito pelo tio Walter. Devem ter sentido muito a sua falta.

A tia Inhá, sua esposa, era um pouco irritada. Também, era muito menino. Todos muito danados e qualquer um perdia a paciência. Vivia com um cinto na cintura para dar umas lapadas quando não aguentava mais. Todo dia era umas três. Mamãe não era diferente. Não sei como estas mulheres aguentavam aquele monte de menino danado. Só no cinturão mesmo, não tinha jeito. Tio Walter, também, não aliviava não, metia a ripa, quando se fazia necessário.

Dia 24, agora, de janeiro, se o Djalma ( seu filho mais velho ) estivesse vivo, faria 60 anos.

O acidente de seu falecimento foi dia 04 de agosto de 1963 por volta de 9 hora da manhã, quando prestava seus serviços à Paróquia local, ali, na altura da loja do Michel Demes: ele pegou um choque e caiu de uma escada, não resistindo ao impacto, provavelmente, da queda.

Na foto, acima, observamos a sua família no ano de 1962, a sua esposa, tia Inhá, o Djalma, o Divaldo, o Waltinho, o Dácio, a Cecília, a Ceci e o João Coimbra.

6/10/2014

Coleção FLORIANENSES, Volume 3

O volume 3 da Coleção Florianenses será lançado em Floriano no dia 5 de julho, no prédio da Associação Comercial, situado na Av. Eurípedes de Aguiar, às 20:00h.
Cristóvão - coord. da coleção Florianenses

Os homenageados, num total de 19, são: Ariosto Martins, Filó Soares, Amancio Calland, Edmundo Gonçalves, Jovina Mendes, José Luis Albuquerque, Anésio Batista, Iran Frejat, Chico Lima, Veras de Holanda, Tibério Nunes Filho, Rosa Ribeiro, Hagem Mazuad, Noemi Melo e ainda Dom Augusto Rocha, Maria Hermínia Sobral, José Frejat, Pedro Cronemberger e Jofran Frejat.

Dentre outros detalhes, haverá uma programação especial para o evento, que será divulgada oportunamente.

6/09/2014

COMERCIAL SUB-19 É CAMPEÃO PIAUIENSE DA MODALIDADE

Fonte: sitedobuim
 
Ao vencer a equipe do 4 de Julho na tarde deste sábado (07), no Estádio Deusdedit de Melo, em Campo Maior, pelo placar de 3 a 0, o Comercial local sagrou-se campeão piauiense da categoria sub-19, tornando-se, desta forma, o primeiro time do interior a sagrar-se campeão da categoria no futebol piauiense.
O grande herói do jogo foi Wellington, autor dos três gols que construíram a maiúscula vitória do time campo-maiorense. Os dois finalistas, no entanto, já havia garantido vaga na próxima edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior, a ser disputada em janeiro do próximo ano.
Com o título, é possível que a diretoria comercialina coloque o time na 2ª Divisão, para dar mais experiência aos jogadores. O quadro do Comercial é dirigido pelo ex-atacante Brinquedo, que fez história como atleta do Caiçara, Picos, River e do próprio Comercial. 
 
EM TEMPO:
 
Esse time não é "brinquedo", não; quer dizer, não é fraco, não. Campo Maior está dando o exemplo de que se pode investir nas bases. O Futebol de Floriano precisa retomar sua hegemonia, como foi no passado, mas precisamos das parcerias dos vários seguimentos da sociedade.
 
A Princes do Sul já merece a volta do melhor futebol, com investimentos e desportistas que saibam buscar a responsabilidade, com liderança, vontade e paixão. Temos que acreditar numa retomada, numa iniciativa ululante, para o bem do nosso esporte.


Floriano sedia o XVIII Encontro Regional de Contabilidade nesta terça



O Conselho Regional de Contabilidade realizará nesta terça-feira, 10 de Junho, o XVIII Encontro Regional de Contabilidade de Floriano e Região. O evento acontecerá no auditório do Hotel Rio Parnaíba a partir das 18h.

Durante o encontro, o Contador e Empresário Contábil Elon de Oliveira Bezerra ministrará as  palestras “O Imposto de Renda Pessoa Jurídica 2014″ e as “Atualizações Sped Contábil, Fiscal e eSocial (Sped da folha de pagamento)”.

As inscrições podem ser feitas na Delegacia de Floriano (Praça Coronel Borges, 6381-Centro), na Sede do CRCPI em Teresina e através do e-mailcrcfloriano@hotmail.com

O investimento para a participação do XVIII Encontro Regional de Contabilidade de Floriano e Região será de 20,00, para os profissionais regulares e estudantes, e 40,00 para as demais inscrições.

Confira a programação do XVIII Encontro Regional de Contabilidade de Floriano e Região aqui: 

Mais informações: eventos@crcpi.com.br ou (86) 9928-4200

6/07/2014

FALECEU JOÃO MARTINS, A PACIÊNCIA DOS ARCOS

João Martins defendendo o Ferroviário
Faleceu, recentemente, um dos expoentes dos arcos do futebol do passado romântico de Floriano, João Martins.

Simples, era estilista com os seus vôos elásticos defendendo, principalmente, as cores  do time do Ferroviários nos anos de 1960.

Jogou, ainda, por várias equipes do futebol local, consagrando-se e ganhando vários troféus.

Morava no bairro Manguinha, onde recebia os amigos e os apaixonados pelo futebol para as resenhas desportivas em geal.

Precisamos homenagear o pessoal do esporte e, principalmente, buscar subsídios para alavancar o nosso futebol que, naquele tempo, exaltava a Princesa do Sul com a presença dos nossos craques do passado, como foi o nosso amigo João Martins, que partiu para a eternidade antes do combinado.