9/27/2007

MATANDO A SAUDADE



Não tem jeito mesmo: a gente quando chega no cais do porto, a primeira intenção é tomar um drinque no restaurante Flutuante, rever os amigos e sentir a brisa dali, matar a saudade, mais precisamente falando.

O aconchego, as lembranças dos tempos d´outrora nos fazem sentirmos vaidosos e voltados para o saudosismo. De repente, a gente começa a rever a velha guarda e colocamos o papo em dias.

Precisamos, sempre, nos reportar aos bons tempos, voltar ao passado, recarregar as baterias para seguirmos em frente. Esses registros são deveras importantes, pois poderão ficar pautado no tempo.

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