11/30/2005

GRUPO VIAZUL


Esta foto, trata-se da formacao inicial do famoso Grupo Viazul, conjunto musical florianense que fez muito sucesso nos anos setenta com os seus bigs shows no Salao Paroquial.
Liderado pelo vocalista Eié (José Demes), o Viazul de certa forma influenciou no comportamento dos jovens florianenses, exaltando um instinto libertário e participativo, dentro do contexto cultural local. A criatividade estava em alta e havia um certo momento de bossa nova.
Por onde anda seus componentes - Nilson Coelho, Adelmar Neiva, Célia Reis

11/28/2005

DO FUNDO DO BAÚ

DE VOLTA PARA A SAUDADE

Esse é o famoso - SQUARE de Eié, time campeão do torneio início do Férias de Inverno de setenta e dois. Esses tradicionais torneios de futebol de salão eram realizados nas quadras do Comércio Esporte Clube e faziam a maior onda. Toda a juventude local se encontrava nesses eventos, fazendo a alegria da galera.
Na foto ao lado, vê-se Cazuza, Rafael, Roberto Holanda, Gilson (in memorian) e Gilmar de pé; Devaldino, Carlinhos Meota, Naldinho, Zé Demes e Adelmar, agachados.
Tempos bons que não voltam mais, mas que temos que lembrar!

11/25/2005

RAIMUNDINHO CABORÉ

A foto ao lado (Florianonet), trata-se do Aeroporto conhecido como Comandante Raimundo Oliveira, o famoso aviador Raimundinho Caboré.
Esse aeroporto de Floriano possui uma pista de pouso asfaltada com 1800m. A pista não dispõe de iluminação de pouso, daí o fato de nenhum avião ou táxi-aéreo aterrissar à noite. A pista possui 45 m de largura e 1800 m de comprimento.

O aeroporto de Floriano homenageia um grande aviador chamado comandante Raimundo Oliveira, o famoso Raimundinho Caboré e foi inaugurado em fevereiro de 1973 (fonte: Florianonet).
Segundo conta o folclore florianense, Raimundinho Caboré tinha o inusitado hábito de juntar sacos e mais sacos cheios de sementes, tipo caju, abóbora, menlancia, piqui e outras diversas variedades; segundo ele, era para derramar, durante seus vôos, nas ribeiras do Parnaiba, riachos e outras beiras, para ajudar as populações futuras moradoras dessas regiões.
Realmente, se for verdade, Raimundinho Caboré, esse sim, merece sempre ser lembrado.

11/22/2005

CUIDADO COM O FUTURO


Se as nossas autoridades competentes não tomararem as providências necessárias com relação ao nosso patrimônio arquitetônico, no futuro teremos uma cidade totalmente descaracterizada, sem os contornos tradicionais que faziam ou que fazem parte, ainda, de nossa interessante e bela arquitetura, como se vê na foto (Florianonet). O que se vê aí é uma paisagem diferente e sem o romantismo de antigamente. Esses contorno modernos, em nossa modesta opinião, é uma grande ilusão, sem sentido e sem nexo. O que se poderia fazer com essas verbas, seria uma recuperação das praças, ruas e avenidas atualmente desfiguradas e jogadas às traças.
Floriano, cuidado com o teu futuro!

11/18/2005

TUNEL DO TEMPO


PARA RELEMBRAR
Esta foto, publicada no semanário florianense - VOZ DE FLORIANO - resgata um momento hilário e saudosista.
Jorge Filho e Barbosinha estão aí na antiga fonte luminosa da praça doutor Sebastião Martins ao lado da Sertã em 1973, talvez numa tardinha de domingo em pose de galãs.
Época romântica, que os anos não trazem mais.

11/10/2005

FERROVIARIO ATLETICO CLUBE


FERROVIÁRIO ATLETICO CLUBE


Fundado pelos desportistas Antonio Cloves Ramos (carnavalesco) e Adauto, em 1º de maio de 1950, o melhor time de Floriano de todos os tempos, o Ferroviário Atlético Clube estreou com uma fantástica vitória sobre o famoso Artístico por dois tentos a um. Época romântica. A equipe jogava, nessa fase, com Adauto, Aceno, Nascimento, Carlos Barbeiro, Helio Castro (médico) e Euvaldo Angeline; Nelson, Zé Alves, Assis Bonitinho, Abdon Barguil e Neném Mão de Vaca.

Já o Ferroviário seguinte, em nova gestão - 1951 tinha os piolhos de bola Zé Pulu, Ferré, Chico Mateus,Guilherme Magarefe, Hugo Leal (da rua do Fogo), Balaio, Zezinho, Omar, Adauto e Américo.

No final dos anos cinqüenta, outros jogadores foram contratados na administração do doutor Nazareno Araújo, tipo: Sadica, Colega, Cassaco, Pepedro, Valdomiro e Mário Besta Brava.

Disputava, mais tarde, em 1964, o campeonato estadual, com a seguinte formação: Piqui, Valdemir, Valdevino (vive, hoje, em Teresina), Pompéia (o melhor goleiro que já vi jogar com as suas belas voadas), Zezeca, Pepedro, Cabeção (treinava muito no campo do Odorico), Rômulo, Tassu, Bitonho, Antonio Luís Moreira Nunes (in memorian/estaria na seleção brasileira se jogasse hoje), Veludo, Vicentinho e Zequinha.

O Ferroviário disputaria, também, os torneios estaduais de 1965 a 1966.

Outros jogadores que fizeram história no Ferroviário: Parnaibano (locutor), Poncion (estilista), Galo Mago, Sinésio, João Maio, Maranhão, Nico, Magro, Grilo, Chapéu, Domício (este veio do América de Petrolina e tinha um chute fortíssimo de esquerda), Reginaldo, Elder, Sostenes, Netinho (quarto zagueiro), Valdivino, Domingos, Liro, Lino (este último foi o jogador mais caro que o Ferrim teve: ganhou uma geladeira movida a querosene, causando grande inveja entre os demais atletas, já que naquele tempo era raro quem possuía este eletrodoméstico).

Com relação aos seus diretores, tivemos Deusdete Pereira, Francisco Delmiro de Araújo (Nilton das Casas das Roupas), Merval Lúcio da Silva, Nazareno Araújo, Tibério Nunes e José Meireles (nome dado ao estádio do Ferrim).

Outros jogadores que se sobressaíram durante o período romântico: Adauto, Arsênio, Nelson Oliveira (goleiraço), Vilmar Oliveira (professor Vilmar/melhor atacante do Piauí), Fenelon Brasileiro, Balduíno, João Batista Mendes, Chico Pereira e Binda.

Durante os anos sessenta, o Ferroviário teve outras formações, como: Cajazeira (aposentado do BNB), Fortaleza, Sinésio, Raimundo Fumaça (de Campo Maior), Pepedro, Popó (aposentado da TELEPISA), Dodó, Antonio Ulisses (vulgo Pelado), Carlos Augusto, Zezeca e Valter Moleza.

Detalhe: um goleiro que marcou época no Ferroviário foi Netinho. Faleceu há alguns anos atrás aqui em Floriano.

Hoje, nos resta o apático Cori-Sabbá e o curioso Princesa do Sul. O que será de nosso futuro?

Quem viver verá!
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CRÉDITO DA FOTO - Valdevino, Sostenes, Zequinha, Pequi, Pompéia, ____, Júlio Silva (técnico) em pé; Carrinho, Cabeção, Lino, Vicentinho e Valdemiro, agachados.

11/05/2005

CAIS DO PORTO


Totalmente descaracterizada, a nossa querida Beira Rio ( foto / Florianonet ) encontra-se apagada, sem manutenção, sem os contornos do período romântico. O nosso patrimônio está sendo surrupiado, exaltando uma paisagem viciada e sem brilhos.

Seria importante e oportuno se os nossos engenheiros pudessem fazer um estudo, colocando em pauta um projeto de recuperação e revitalização daquela praça tradicional, tal como aconteceu em São Luís com o Projeto Reviver, pois sabemos que o turismo florianense precisa soltar as amarras

Queremos RE ( VIVER ) Floriano de outrora, de hoje e do futuro!